
Honra, morte e o peso do comando
Encontramos nossos companheiros mortos, deixamos outros mortos e nos despedimos de um ser estranho.
Só sabemos que já foi preso duas vezes, pode ser alcoolista, safado e perdeu nossa varinha mágica, e pode estar começando a apresentar sinais de demência em decorrência da idade…
Obs: descobrimos que foi um pai ausente e sua filha, Tryni, apareceu para contar essa história. Isso aqui está tão bom quanto aquelas novelas dos anos 90 com vilãs como a Nazareth Tedesco!

Encontramos nossos companheiros mortos, deixamos outros mortos e nos despedimos de um ser estranho.

Celebramos um curioso casamento entre um esqueleto e uma noiva abandonada. Ambos se encontraram com o humor alienígena que apenas Xyntillan proveria.

Foi uma exploração cheia de descobertas e alguns poucos tesouros, mas o corvo empalhado decidiu nos ajudar

Curamos Azimandor, espatifamos uma Palantír e discutimos com uma estátua de um corcunda falante, mas chegamos ao salão do trono…

Brag atacou um caramujo, Tadhg recuperou sua maça e Azimandor enlouqueceu na última incursão por Xyntillan.

Foi Tadhg que recrutou Gibbs para a Companhia do Butim. Viu nele algum potencial que apenas um homem de fé poderia ver.

Tentamos desbravar uma cripta, mas ela estava selada. Acabamos voltando para nosso destino de incursão habitual e mais esqueletos apareceram por lá.

Partimos de Tours-En-Savoy sob um céu indeciso, uma companhia formada por Mosuc, o elfo silencioso; Tadhg, o clérigo devoto; o mago Azimandor; e eu, Wathgar.
Azimandor, após perder a varinha mágica que o grupo lhe confiou.
Nós também temos. Principalmente se nossos personagens voltarão vivos da próxima incursão…
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