Diário de Xyntillan — Primeira sessão
Nossa saga começa em Tours En Savoy , embora “vila” seja um termo generoso para este lugar pequeno e decadente. As tavernas locais contam sua própria história de desolação: a Torneira é um antro apropriado para nossos interesses , e a Comediante Negro é simplesmente sombria.
Mas não viemos pela vila. Viemos pelo rumor. Um nobre, Jean Guiscard, da enigmática família Malevól , abandonou sua propriedade nos arredores. Ele partiu sem suas posses, sem cargas , deixando para trás uma aura de mistério e desconfiança.
Precisávamos de transporte. Adquirimos uma carroça velha , que mal servia ao propósito, mas foi o que conseguimos. Foi então que um elfo estranho surgiu, resmungando algo sobre gnomos druidas , o que claramente irritou Lalwen.
No caminho para o castelo, avistamos fumaça saindo de uma casa antiga. A investigação se tornou uma emboscada. Eram ladrões, aninhados lá dentro. O combate foi brutal. Lutamos com bravura e matamos todos , embora alguns tenham conseguido escapar. Toda a confusão nos atrasou, mas o resultado foi positivo: agora tínhamos uma base de operações. A casa era nossa.
Com um teto sobre nossas cabeças, aprendemos mais sobre nossos inimigos. O nome “Aristide Malevól” surgiu. Dizem que ele conquistou a morte de forma malévola. As sombras desta família são longas e guardam segredos obscuros.
Finalmente, exploramos a propriedade. A entrada, um vestíbulo , continha um casaco encharcado e sapatos molhados, como se o dono tivesse acabado de sair. Mas foi o portão com as gárgulas que nos deteve. Elas não eram mera decoração; emanavam uma magia maligna palpável. E então descobrimos seu propósito horrendo: elas criam zumbis.
Não ficamos para ver mais. O som de passos vindo de cima do muro foi o suficiente. Nós fugimos. Algo maligno permeia este lugar, talvez uma maldição, e nós mal arranhamos a superfície.






















