Niklas Julemanden

O ladino/clérigo do Espírito do Yule

Niklas não nasceu em um mosteiro sagrado, nem foi criado em uma guilda de ladrões. Ele veio de Norðr, uma vila de lenhadores nas montanhas, tão pobre que, nos invernos mais rigorosos, as crianças eram ensinadas a dormir para esquecer a dor da fome. Niklas era o humilde aprendiz de um velho entalhador de brinquedos que, em um ano de colheita maldita, não tinha mais madeira nem comida para dar aos seus vizinhos.

Incapaz de aceitar o sofrimento alheio enquanto os lordes locais banqueteavam, Niklas descobriu que, apesar de seu tamanho, era naturalmente ágil e silencioso. Ele começou a “expropriar” mantimentos dos depósitos dos ricos e gananciosos, deixando-os anonimamente nas portas das famílias necessitadas durante a noite. Para não ser reconhecido na neve, usava um capuz vermelho de caçador que encontrou.

Certa noite, durante uma nevasca terrível que deveria tê-lo matado de frio, ele se perdeu na floresta profunda carregando um saco de nabos roubados. Em vez da morte branca, ele encontrou uma luz quente e dourada numa clareira: uma presença divina, antiga e invernal, que ele chama apenas de “O Espírito do Yule”. Niklas, com sua mente simples, não entendeu os mistérios teológicos da entidade, mas compreendeu a missão que lhe foi passada: a bondade deve ser ativa. Ele acordou na manhã seguinte segurando um cajado de aveleira que brilhava com luz própria e o poder de fechar feridas com um toque.

Desde então, Niklas vaga pelo mundo. Ele é um fora-da-lei para os tiranos que trancam suas riquezas e um santo vivo para os oprimidos. Ele desenvolveu a habilidade de entrar por chaminés e janelas altas porque, para ele, “portas trancadas são apenas pedidos de privacidade que eu decidi ignorar por uma boa causa”.

O massacre e o desastre

O plano era simples: entrar, pegar a Tryni e o Roos, e sair antes que o castelo resolvesse cuspir mais alguma bizarrice em cima da gente.

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Chuva, fantasmas e aço

Partimos de Tours-En-Savoy sob um céu indeciso, uma companhia formada por Mosuc, o elfo silencioso; Tadhg, o clérigo devoto; o mago Azimandor; e eu, Wathgar.

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“"Onde houver escuridão, levarei luz. Onde houver fome, levarei sustento. E onde houver uma porta trancada escondendo a tristeza... bem, a chaminé há de servir."”

Niklas, o vulto do inverno

DÚVIDAS?

Nós também temos. Principalmente se nossos personagens voltarão vivos da próxima incursão…

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