
Honra, morte e o peso do comando
Encontramos nossos companheiros mortos, deixamos outros mortos e nos despedimos de um ser estranho.
Wathgar é um enigma no mundo dos mercenários. Sua figura esguia parece quase frágil ao lado da imensa espada de duas mãos que ele carrega nas costas, mas qualquer um que o subestime aprende o erro rapidamente. Sua habilidade com a lâmina não vem da força bruta, mas de uma disciplina fluida, quase como uma dança mortal.
Ninguém sabe de onde ele veio. Suas respostas sobre o passado são vagas, sempre dadas com um sorriso largo que parece genuíno. Alguns dizem que ele foi o único sobrevivente de uma ordem de guardiões de um mosteiro isolado, aniquilado por buscar um conhecimento proibido. Outros, que ele simplesmente fugiu de um mestre de armas excessivamente cruel.
A verdade é que Wathgar vive por um código de honra que parece incompatível com sua profissão. Ele nunca aceita um contrato que prejudique inocentes e frequentemente usa seu pagamento para ajudar os necessitados. Seu riso é solto e sua intenção é honesta: ele busca algo que lhe foi roubado há muito tempo, e o caminho do mercenário é o único que lhe permite viajar o mundo em sua busca.

Encontramos nossos companheiros mortos, deixamos outros mortos e nos despedimos de um ser estranho.

A tropa adentrou fundo demais em Xyntillan e despertou um mal que raptou Tryni e Roos. Ficamos sem cérebro…

Foi uma exploração cheia de descobertas e alguns poucos tesouros, mas o corvo empalhado decidiu nos ajudar

Nossa primeira incursão por universos alternativos terminou em chacina, mas enfrentar o Elminster só podia dar nisso…

Curamos Azimandor, espatifamos uma Palantír e discutimos com uma estátua de um corcunda falante, mas chegamos ao salão do trono…

Brag atacou um caramujo, Tadhg recuperou sua maça e Azimandor enlouqueceu na última incursão por Xyntillan.

Entre aranhas e fantasmas, Lorran, o intacto, tomou o mais duro golpe que a Companhia jamais viu. Algo atingiu seu espírito e parte da sua virtude.

Foi Tadhg que recrutou Gibbs para a Companhia do Butim. Viu nele algum potencial que apenas um homem de fé poderia ver.

Tentamos desbravar uma cripta, mas ela estava selada. Acabamos voltando para nosso destino de incursão habitual e mais esqueletos apareceram por lá.

Partimos novamente, o destino final: Xyntillan. Mas o caminho, que outrora nos trouxera vergonha, agora nos ofereceria uma chance de redenção.

Partimos de Tours-En-Savoy sob um céu indeciso, uma companhia formada por Mosuc, o elfo silencioso; Tadhg, o clérigo devoto; o mago Azimandor; e eu, Wathgar.
Wathgard, o rei das estratégias que já sobreviveu mais que seus parentes.
Nós também temos. Principalmente se nossos personagens voltarão vivos da próxima incursão…
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